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Luísa Castel-Branco: "Quando acabei o livro chorei, e ao entregá-lo senti-me tão órfã que tive de começar outro"

Luísa Castel-Branco: "Quando acabei o livro chorei, e ao entregá-lo senti-me tão órfã que tive de começar outro"

Luísa Castel-Branco: "Quando acabei o livro chorei, e ao entregá-lo senti-me tão órfã que tive de começar outro"

No dia em que apresentou o seu trabalho contou com o apoio dos filhos

Redacção Caras
11 de junho de 2008, 00:00

Sempre sonhou escrever um livro, mas nunca se achou capaz de o fazer, mesmo sendo a escrita a sua paixão e profissão há vinte anos. De um dia para o outro, Luísa Castel-Branco cedeu ao desejo e começou por escrever umas linhas e criar umas personagens que se foram apoderando da sua cabeça e da sua vontade. Foi assim que nasceu Alma e os Mistérios da Vida, um romance que conta a história de uma mulher invulgar num país mergulhado nas trevas da ditadura. "As personagens começaram a apoderar-se de mim e vivia e dormia com elas. Achei que estava a ficar bipolar. Quando acabei o livro, chorei, e ao entregá-lo, senti-me tão órfã que tive de começar outro, e já lá vão 120 páginas", explicou a jornalista durante a apresentação da obra, no Speakeasy. Foi com o apoio dos filhos, António, Inês e Gonçalo, mas principalmente com o incentivo do companheiro, Francisco Colaço, que Luísa escreveu o livro. "Fui dos poucos que tive o privilégio de o ler. Acho espantoso. Fui lendo o livro por fases e, quando acabava, pedia-lhe a seguinte, que ainda estava em branco", contou, divertido, Francisco, que nesta noite teve direito a ouvir declarações de amor que Luísa lhe fez.

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