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Hélio Loureiro, 'chef' da selecção nacional de futebol, em família

Hélio Loureiro, 'chef' da selecção nacional de futebol, em família

Hélio Loureiro, 'chef' da selecção nacional de futebol, em família

"Levamos uma quantidade enorme de produtos de Portugal para serem administrados em doses e nos momentos certos"

Redacção Caras
11 de junho de 2008, 00:00

Apaixonado pelos prazeres da vida, é à mesa que o chef adora partilhar com os amigos e a família o que lhe vai na alma, o seu gosto pelas artes - seja a literatura, a escultura ou a pintura - e, sobretudo, degustar uma boa refeição. A arte de bem cozinhar não é para ele um trabalho, é, antes de tudo, "uma forma diferente de amar os outros", como gosta de sublinhar, citando o escritor Mia Couto. Hélio Loureiro dispensa apresentações e é hoje uma autoridade no mundo da gastronomia portuguesa. A sua vida é feita de paladares e polvilhada por aromas e temperos que usa como um alquimista, sabedoria que não guarda para si, mas que traz até nós através de programas de televisão e participações em inúmeras publicações e livros. Chef do Porto Palácio Hotel, preside igualmente à Confraria das Tripas à Moda do Porto e é, há dez anos, o responsável pela cozinha da nossa Selecção. O Cozinheiro do Rei D. João VI marcou recentemente a sua estreia literária como romancista e retrata a história de um cozinheiro do rei que guarda um terrível segredo sobre o monarca que levou a corte para o Brasil. Mas foi sem segredos que nos recebeu em sua casa, acompanhado pela mulher, Lurdes, e a filha, Bárbara, de 14 anos. - Como é que encarou o desafio de escrever um romance?Hélio Loureiro - Sempre tive uma grande admiração por quem escreve. Escrever não é nada fácil, é um trabalho árduo. Durante os cerca de três anos que demorei a escrever este romance, passei por várias fases, e uma delas foi a da desistência, por achar que não ia conseguir. Andei cerca de meio ano à procura de um tema que achasse interessante e que incluísse a História, que é o meu hobby principal, e também a gastronomia. Queria, sobretudo, contar uma história que fosse agradável para os leitores. Foi uma experiência sofrida, mas o resultado foi muito interessante, quase como acabar um jantar em apoteose. - Contou com o apoio da sua mulher?Lurdes Loureiro - Eu dei-lhe logo o meu apoio, porque sempre tive a certeza de que era um desafio que iria conseguir superar.

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