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Miguel Pedrosa e Luísa Beirão já levaram a filha, Isabel, para casa

Redacção Caras
4 de junho de 2008, 00:00

O brilho nos olhos de Luísa Beirão e o sorriso de Miguel Pedrosa dizem tudo. A manequim, de 30 anos, e o ex-futebolista, de 36, estão a viver um novo episódio nas suas vidas desde que levaram Isabel - que pesa já 2,400kg e completou dois meses no passado dia 29 - para casa. E se por alguns segundos se levantaram dúvidas e ansiedades, essas dissiparam-se assim que Luísa e Miguel passaram a porta da Maternidade Júlio Dinis, no Porto, onde a bebé estava internada há um mês, depois de ter passado o mesmo tempo nos cuidados intensivos na maternidade da Irlanda do Norte, onde nasceu. Já em casa, o casal falou com a CARAS e mostrou que há emoções difíceis de controlar e ainda mais de traduzir em palavras. O que não conseguiram esconder é que Isabel veio reforçar o laço afectivo que Luísa Beirão e Miguel Pedrosa criaram nestes nove anos de um casamento pautado pela tolerância, respeito e, sobretudo, muito amor. - Como é que reagiram quando vos disseram que a Isabel poderia ir para casa?Luísa Beirão - Ficámos muito felizes e ansiosos. Ter a Isabel em casa era um momento muito aguardado. - Foi uma surpresa?- Em parte não, uma vez que a Isabel já vinha surpreendendo toda a gente, fruto de uma óptima reacção, aumentando de peso todos os dias com valores acima do esperado e, com o excelente acompanhamento médico que teve na maternidade, sabíamos que o dia em que teria alta poderia ser antecipado. - Dormiram nessa noite?- [risos] Muito pouco... - Nestes dois meses, essa foi talvez a única vez em que sentiram realmente ansiosos...- Sim, foi um dia muito especial para nós. - Como é que têm sido estes dias em casa, com a Isabel?- Extraordinários! Adoramos estar com ela, olhar para ela, senti-la. É tranquila, simpática e linda! É fantástico poder, dia após dia, conhecê-la cada vez melhor! Durante estes dias ela conheceu parte da família e alguns amigos. - Partilham tarefas ou é a Luísa a mais sobrecarregada?- Claro que partilhamos. Dependendo da disponibilidade de cada um, tentamos preencher todas as necessidades dela. Durante a noite é que não é muito fácil decidirmos quem é que se levanta para lhe dar o leite. [risos] Mas depois de acordarmos e olharmos para a Isabel, esquecemos o sono. - Luísa, até a Isabel ter ido para casa demonstrou que teve dúvidas se seria capaz de tratar dela. Agora sente o mesmo ou concorda que as mulheres têm mesmo instinto maternal...- É natural que haja sempre algumas dúvidas, mas estes dois meses, primeiro na maternidade de Belfast e depois na de Júlio Dinis, já nos deram muita experiência. Aliás, só temos a agradecer e enaltecer todo o apoio que tivemos. Mas concordo com o clichê: o instinto maternal existe! - Geralmente, um filho traz mudanças e, por vezes, os casais não sabem geri-las. Vocês têm conseguido fazê-las sem dramas?Luísa - Podemos dizer que para já está tudo a correr muito bem, menos dormir... Mas tem valido a pena! - No meio de tudo isto, talvez ainda não tenham tido tempo sequer para pensar em que é que mudou no vosso casamento...- Ainda não pensámos muito nisso. Estamos felizes. Neste momento, é assim que nos sentimos. - Tudo o que aconteceu fortaleceu a vossa união?- Sim, essencialmente, o aspecto da compreensão. - Ainda há muita coisa para construir a dois?Miguel Pedrosa - Sim, sem dúvida. A nível pessoal e familiar, queremos ter mais filhos. No plano profissional, a ambição está sempre presente. A Luísa irá gerir a carreira dela de uma forma equilibrada, como, aliás, sempre o fez, e eu, que depois de ter terminado a minha carreira enquanto jogador profissional, preenchi a minha formação académica com uma pós-graduação de Gestão Desportiva na Universidade Católica que irei pôr em prática a partir de Setembro, num projecto na área do desporto e não só. Para além disso, concluí todos os níveis na área de treinador. A minha intenção é conciliar as duas áreas. - Agora que é mãe, sente-se capaz de tudo?Luísa - De quase tudo. Se pensar no que aconteceu, percebo que sou uma pessoa com muita sorte. E se pensar que tenho uma família e amigos que adoro e que me apoiam, uma filha linda e saudável, um marido fantástico, posso pensar que sim, que tudo está ao meu alcance. - Com a Isabel tem descoberto outra forma de amar?- Sinto-me bem comigo mesma, tranquila, amada, sinto que nada ou quase nada é impossível. Talvez este amor que se sente por um filho seja mesmo isso, outra das muitas formas de se amar alguém.

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