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João Murillo indignado com a condenação que o obriga a pagar quase 10 mil euros por ter agredido Ana Ribeiro

João Murillo indignado com a condenação que o obriga a pagar quase 10 mil euros por ter agredido Ana Ribeiro

João Murillo indignado com a condenação que o obriga a pagar quase 10 mil euros por ter agredido Ana Ribeiro

"Sinto-me injustiçado. Estou e estarei sempre inocente, apesar da condenação."

Redacção Caras
20 de maio de 2008, 00:00

Chegou ao fim o julgamento que opunha Ana Ribeiro e João Murillo. O pintor foi condenado, no Tribunal Criminal de Lisboa, no passado dia 15, por ter agredido, na noite de 2 de Março de 2002, a ex-namorada, jornalista da RTP e meia-irmã de Alexandra Lencastre. O tribunal deu como provados os actos de violência praticados pelo réu, mas entendeu que, por ser a primeira vez, e por o pintor não ter cadastro, uma pena de multa era suficiente para punir este crime. João Murillo vai apresentar recurso à decisão, que o condena a pagar 3132,74 euros de indemnização por danos morais e materiais, e uma multa de 5600 euros pelos crimes de que foi considerado culpado, ofensa à integridade física e danos. Todavia, saiu ilibado da acusação de coacção e de um outro crime de danos. Inconformado com a decisão do tribunal, o pintor convocou, algumas horas depois, uma conferência de Imprensa, no Hotel Meridien, em Lisboa, onde se defendeu: "Quero mostrar a minha indignação. Sinto-me injustiçado. E sempre assim me sentiria mesmo que absolvido, porque até a absolvição não iria repor a justiça. Apesar de inocente, fui condenado com base em presunções da Sr.ª Ana Ribeiro e do marido, Alberto Rodrigues, contrariando as provas e testemunhos que foram totalmente desvalorizados, desde a polícia ao senhor Vítor Gonçalves, testemunha do Ministério Público." Acompanhado pela mulher, Raquel Prates, João Murillo disse ainda que ficou espantado por "não ter sido permitido à defesa mostrar coisas tão simples como o carácter da acusadora", que, na sua opinião, é duvidoso, e terminou, dizendo: "Ainda hoje não encontro justificação plausível para estar no banco dos réus. Estou e estarei sempre inocente, apesar da condenação. Se houve alguma prova naquele tribunal, foi a de que eu não poderia ter feito aquilo de que sou acusado."O pintor contou sempre com o apoio dos pais, dos amigos e da mulher durante todo este processo, inclusivamente durante esta conferência de Imprensa, onde garantiu ainda que a sua relação com Raquel Prates não sofreu quaisquer danos: "A nossa relação sai da mesma maneira que entrou. Felizmente, a nossa relação nunca esteve sujeita a danos externos. Foi algo que construímos de forma coesa, unida, honesta e carinhosa, e assim continuará a ser."

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