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Ana Maria Lucas dedicada à família: "Já não me sinto disponível para o amor"

Ana Maria Lucas dedicada à família: "Já não me sinto disponível para o amor"

Ana Maria Lucas dedicada à família: "Já não me sinto disponível para o amor"

A família continua a ser a sua grande prioridade, e hoje, além dos filhos, dedica-se à neta, Ana Mar

Redacção Caras
14 de maio de 2008, 00:00

Chegamos ao bairro de Alvalade e quase não é preciso ter a morada de Ana Maria Lucas, pois nas redondezas todos sabem onde mora e ainda há quem a trate por Anita. É que a ex-miss Portugal continua a viver na casa onde cresceu. Saiu aos 22 anos, quando se casou com o músico Carlos Mendes, pai dos seus dois filhos, Francisco, de 34 anos, e Miguel, de 29. No rescaldo da separação, como costuma dizer, "dei a volta ao mundo", mas o destino estava traçado, e aquele que foi o seu refúgio de infância é hoje o sítio onde se considera feliz. Apesar das remodelações, em cada parede há memórias, em cada canto há uma história. E Ana Maria Lucas, para quem "viver é um exercício diário", tem muitas para contar, como se comprova nestas páginas. Quanto a novidades, aqui ficam: a comentadora da Tertúlia Cor-de-Rosa, rubrica do programa Fátima, da SIC, emagreceu dez quilos, voltou a ser agenciada, agora pela Face Models, e tem na manga um novo desafio profissional, ser consultora de imagem no salão de Eduardo Beauté. Já quando se fala de afectos, continua a dizer que já viveu os grandes amores da sua vida, que a busca incessante pelo príncipe encantado já viu melhores dias e que a sua estabilidade emocional depende do bem-estar dos filhos e da felicidade da neta, Ana Mar, quase a completar quatro anos, com quem a fotografámos durante uma tarde animada no jardim do Estádio 1.º de Maio, mesmo às portas de sua casa. - Voltar à casa onde cresceu foi regressar às origens?- Os meus pais foram muito felizes aqui até ao dia em que o meu pai morreu. Entretanto, a minha mãe também desapareceu e eu, durante pelo menos quatro anos, não conseguia passar por aqui, porque ela morreu de forma inesperada e eu fiquei em choque. Mas a ordem das coisas era eu ficar com a casa. Comprei-a, mandei fazer obras e vim. Aliás, esta nunca deixou de ser a minha casa, pois nunca cheguei a alterar a morada nos meus documentos. [risos] Alvalade é como se fosse a minha aldeia. Sinto-me protegida e aqui a minha exposição pública diminui bastante, porque as pessoas já estão habituadas e isso agrada-me profundamente.

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