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J. K. Rowling dá uma lição aos paparazzi britânicos

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A autora de Harry Potter venceu um processo motivado pela publicação de fotos não autorizadas do seu filho

Redacção Caras
8 de maio de 2008, 00:00

A autora da conhecida saga de Harry Potter saiu vitoriosa da batalha judicial devido à publicação de fotografias não autorizadas do seu filho. J. K. Rowling e o seu marido, Neil Murray, reconhecem que o êxito de Harry Potter trouxe a público o interesse mediático, "mas, no entanto, temos lutado para dar ao nosso filho uma vida normal, afastada dos media". Desta forma, a escritora conquistou a protecção da vida privada do menor, a que tem direito qualquer criança, filha de pais anónimos. Conforme explicou em tribunal Anthony Clarke, um elemento do júri, os direitos de protecção de menores aplica-se tanto a crianças anónimas como a crianças cujos progenitores possam ser publicamente reconhecidos. Recorde-se que este caso teve início em Novembro de 2004, em Edimburgo, quando o pequeno David, de apenas dois anos, foi fotografado no seu carrinho de bebé. As imagens foram publicadas pelo diário britânico Sunday Express e utilizadas pela agência Big Pictures que terá agora de encarregar-se de todos os custos do processo, os quais ainda não são conhecidos. Á saída do tribunal, o advogado de Rowling salientou que este caso terá "um profundo efeito nalguns grupos de paparazzis e que estabelece uma lei de privacidade para as crianças cujos pais as preferem manter afastadas da imprensa". Da mesma forma, os pais de David Rowling revelaram-se agradecidos ao tribunal "pela protecção do seu filho perante fotografias não autorizadas."

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