Nas Bancas

Madeleine McCann: Um ano depois

Madeleine McCann: Um ano depois

Madeleine McCann: Um ano depois

Kate e Gerry McCann: "Sean e Amelie têm tornado a nossa vida um pouco mais suportável"

Redacção Caras
30 de abril de 2008, 00:00

Madeleine desapareceu do apartamento onde a família passava férias, na Praia daLuz, Algarve, a 3 de Maio de 2007. Um ano depois, tudo mudou na vida da família McCann. O pai, Gerry, de 39 anos, passou a acumular o trabalho de cardiologista com o de gestor de uma campanha pela busca da filha. Vive os dias preocupado com a mulher, Kate, de 40, a quem telefona várias vezes ao dia, para controlar o seu estado de espírito e garantir se está capaz de tomar conta dos dois filhos gémeos, Sean e Amelie, de três anos. E dedica boa parte dos seus esforços a tentar que lhes seja retirado o estatuto de arguidos. Quanto a Kate, vive mergulhada numa depressão que a faz rejeitar a ideia de algum dia regressar ao seu trabalho como médica anestesista, mesmo que isso implique um menor conforto financeiro para a família. Passa semanas isolada na sua mansão, em Leicester, de onde sai apenas para ir levar e buscar os filhos ao colégio. Sean e Amelie vão-se adaptando à ausência da irmã, apesar de demonstrarem não a ter esquecido. Durante a semana, frequentam um colégio local onde convivem com outras crianças da sua idade e ao fim-de-semana acompanham os pais à missa, depois de alguns momentos num parque infantil. A verdade é que, como admite Clarence Mitchell, porta-voz do casal, "apesar de Kate e Gerry fazerem o seu melhor para viverem uma vida normal, não são capazes". Os dois médicos vivem os seus dias com a esperança e a crença de que a ausência de provas da morte de Madeleine significa que ela ainda está viva. "Gerry tenta ultrapassar, mantendo-se activo. Mergulhando no seu trabalho e na campanha", conta Clarence Mitchell. Kate, diz o porta-voz dos McCann, é mais vulnerável: "Ela leva os gémeos ao infantário e ocupa a maior parte do tempo na gestão da campanha para encontrar a Madeleine. Kate tem os seus altos e baixos. Uma reportagem em particular ou uma nova comunicação da Polícia Judiciária podem deixá-la de rastos e, então, leva algum tempo para voltar para cima."

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras