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As confissões de Eva Longoria: "O Tony é a minha grande prioridade"

Redacção Caras
29 de abril de 2008, 00:00

Catapultada para o passeio da fama pela bela Gabrielle Solaris, personagem que interpreta em Donas de Casa Desesperadas, Eva Longoria Parker, 33 anos, não tem, desde então, parado de receber solicitações. A actriz, que recebeu a CARAS na Mansão Magnum - marca de gelados pela qual dá a cara -, em Cannes, garante que não deixou de ser a menina simples nascida no Texas, mas assume que as coisas mudaram e que hoje leva uma vida de luxo, que só consegue gerir pela experiência que a infância humilde lhe deu. Eva elege o casamento com o basquetebolista Tony Parker, de 25 anos, como o momento mais especial da sua vida e desmente os rumores que davam como certa a separação do casal. À CARAS, a actriz assume ainda a sua vontade de ter filhos com Tony quando...tiver que acontecer. - Quando pensa em descansar, sei que a Europa é o seu destino preferido, mas desta vez veio em trabalho...Eva Longoria - É verdade. O meu sítio favorito é a Riviera francesa. Adoro o mar e o meu marido a praia, e como durante o ano não temos muitas oportunidades para fazer férias, sempre que visitamos a Europa, procuramos um sítio com praia. - Como concilia a sua apertada agenda profissional com a sua vida pessoal?- Não é muito difícil, é uma questão de organização. O Tony é a minha prioridade número um, por isso, primeiro marco tudo com ele, e só depois agendo os compromissos profissionais. É fácil quando sabemos o que é mais importante para nós. - Acha que continuará a ser fácil quando tiverem filhos?- Acho que vai ser sempre difícil enquanto estivermos os dois a trabalhar. Eu ainda tenho mais quatro anos em Los Angeles, ele tem três de contrato com os Spurs, por isso... - Por isso, pensar em filhos, para já, está fora de questão?- Não. Teremos filhos quando Deus nos abençoar com uma criança. - Não vão planear?- Não, não vai ser planeado. Não penso que se possa dizer que amanhã vamos ter um filho. É difícil fazer isso. Ambos temos famílias grandes... Estaremos preparados, seja quando for que eles venham. - Viver perto de toda a sua família, em San Antonio (Texas), é um bom apoio...- Sim, eles moram ao fundo da rua. É óptimo. Estamos sempre perto da nossa família e isso é muito importante. Não há um acontecimento maior que eu perca: casamentos, baptizados, tudo. É um pecado faltar e eu não sou excepção só por ser actriz ou famosa. - Uma família unida, onde predomina o sexo feminino...- Venho de uma família em que predominam as mulheres, sim. A minha mãe tem nove irmãs, eu tenho quatro e duas sobrinhas, o que quer dizer que não há homens na família. [risos] Todas as minhas referências e experiências de vida vêm de mulheres. A minha mãe é uma mulher muito forte, tal como a minha tia, e as minhas irmãs são pessoas fantásticas. Eu sou a eterna miúda... - Como foi a sua infância?- Foi fantástica. E não era um sonho de infância ser actriz. Queria ser polícia. Isso não aconteceu, mas teria sido uma boa polícia, porque sou muito disciplinada e organiza- da. Só descobri a arte dramática quando tinha 22, 23 anos. Mas, mal a descobri, apaixonei-me. E aqui estou eu. - De uma infância com dificuldades para uma vida de luxo, a mudança foi grande...- Fico muito feliz por ter crescido de uma forma humilde, porque aprendi o valor de um dólar e a admirar o trabalho dos meus pais e da minha irmã. Penso que se não fosse por isso, não seria capaz de gerir o dinheiro que tenho agora. Se não conseguirmos gerir vinte dólares, muito menos conseguiremos gerir vinte milhões de dólares. - O que fez para lidar com essas mudanças trazidas pelo sucesso repentino?- Sabe, tive realmente muita sorte. Já tinha 29 ou 30 anos quando surgiu a série Donas de Casa Desesperadas. Embora já trabalhasse na indústria há oito anos, a fama e a falta de anonimato vieram mais tarde e já tinha muito bem enraizado quem eu era, por isso não me afectou tanto. E fui abençoada por ter uma família forte à minha volta. - Qual foi o momento mais especial da sua vida? - O meu casamento foi o momento mais especial da minha vida. Com toda a minha família e amigos presentes. E escolhi França porque acho que é o país mais romântico do mundo. Queríamos um destino especial para o nosso casamento, porque queríamos muito que o momento ficasse marcado na memória de todos. E penso que ficou. - E como lida com os rumores que falam de traições?- O Tony e eu temos muita sorte, porque temos uma base de valores de vida muito sólida, que não pode ser destruída por ninguém. Muito menos por motivos exteriores à relação. O Tony é um homem muito forte, não deixa que nada o abale. É imune a tablóides e coisas do género. Houve uma ou duas vezes em que tivemos de os processar, houve aquela coisa com a modelo francesa, em que queríamos um pedido de desculpas, porque eles admitiram a culpa. Mas nunca nada nos afectou. - Dá a cara por uma marca de gelados e sei que é uma apaixonada por chocolate... Como consegue manter a boa forma?- É verdade, adoro chocolate. Mas depois trabalho quatro vezes por semana com um treinador, e como comida muito saudável. Tento equilibrar as coisas. Acho que essa é a chave. Mas realmente como muito chocolate. Quando estou com o Tony em casa, à noite, comemos muitos Magnum's mini, porque são fáceis e muito bons de comer quando estamos na cama a ver um filme. Não como gelados todos os dias, mas se vivesse em Portugal, comeria certamente um todos os dias. [risos] - Sente a pressão de Hollywood para estar em forma?- Não, não muito. Trabalho muito para me manter saudável,mas faço-o muito porque adoro a forma como me sinto depois de treinar. E quando como comida saudável, também sei que é bom, porque me ajuda em tudo. Sobretudo ao nível psicológico. Passa muito pela nossa mente. - Qual foi a dieta mais louca que já fez?- Não faço dietas. Nunca. Passa muito pelo que como. Adoro carne, peixe e vegetais, mas não gosto muito de pão, por exemplo, nem de massa. Mas realmente não gosto de dietas e nunca faço. - Prefere cozinhar ou que cozinhem para si?- Adoro cozinhar. Aliás, não gosto que cozinhem para mim, porque sou muito boa cozinheira e muito esquisita com a comida, também. Não deixo ninguém entrar na minha cozinha. Quando o Tony tenta cozinhar para mim, não deixo e ele acaba por sentar-se a ver televisão.

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