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Marta Atalaya: "Não gosto de celebrações impostas, sou espontânea nos meus gestos"

Marta Atalaya: "Não gosto de celebrações impostas, sou espontânea nos meus gestos"

Marta Atalaya: "Não gosto de celebrações impostas, sou espontânea nos meus gestos"

A jornalista celebra quatro anos de casada com José Alberto Carvalho, de quem tem um filho, Duarte.

Redacção Caras
9 de abril de 2008, 00:00

É uma mulher discreta por natureza, ainda que não passe despercebida, seja pela simpatia, pela sinceridade do sorriso ou pelo profissionalismo com que exerce as funções de pivô da Edição da Manhã, primeiro na SIC Notícias, desde Janeiro, também na SIC generalista. Entre as 7h e as 10 horas da manhã, Marta Atalaya divide o ecrã com João Moleira. Um desafio que a obriga a acordar quando todos em casa ainda dormem profundamente. Levanta-se às 3h00 e uma hora depois está em Carnaxide, na redacção, para preparar mais um agitado dia de notícias. Reconhece que é muito difícil viver quase ao contrário dos outros, mas, como gosta de dizer, é preciso encontrar as vantagens de cada situação em vez de ficar a pensar nas dificuldades. Casada com José Alberto Carvalho, actual director de Informação da RTP que conheceu na SIC, Marta celebrou por estes dias o quarto aniversário de casamento, ainda que, para o casal, a data mais importante seja Janeiro de 2001, altura em que decidiram viver juntos. Marta e José Alberto têm um filho em comum, Duarte, com quase três anos. O jornalista da RTP tem ainda duas filhas, Rita, de 13 anos, e Joana, de dez, do seu anterior casamento, com a jornalista Sofia Pinto Coelho. - Em Janeiro, a Edição da Manhã passou também a ser transmitida na SIC generalista. Que balanço faz desta nova experiência?Marta Atalaya - Mais do que analisar resultados, é importante olhar para o empenho que eu, o João Moleira e toda a equipa estamos a colocar neste novo desafio. E esse empenho é total! Apesar do nosso produto estar a concorrer com outros que estão há mais tempo no ar, penso que temos algumas especificidades que jogam a nosso favor. O nosso produto é muito dinâmico, actual, rigoroso e sempre com a preocupação de lançar as notícias do dia, sem repetir reportagens da véspera. - A maioria dos portugueses que acorda a ver o programa não imagina que a Marta chega à redacção às quatro horas da madrugada. Como consegue?- Só se consegue por se gostar muito daquilo que se faz. Pode parecer um pouco estranho, mas a verdade é que gosto de começar a trabalhar cedo. Gosto das manhãs, de lançar as notícias do dia e de todo o ritmo da emissão em directo ao longo de três horas. Mas é difícil, muito difícil, porque nem eu, nem ninguém, está formatado para acordar às três horas da madrugada. Não é um hábito que se adquira, e, garanto, custa muito! É um horário que exige muita disciplina e uma boa gestão do tempo. Durante a semana, os horários são muito rotinados e organizados, com a preocupação de tentar deitar-me o mais cedo possível. Uma verdadeira vida sabática. [risos]

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