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Juntos pela primeira vez em tribunal, João Murillo e Ana Ribeiro contam com o apoio dos companheiros

Nesta segunda sessão, Ana Ribeiro esteve sempre acompanhada pelo namorado e João Murillo voltou a contar com o apoio da mulher, Raquel Prates

Redacção Caras
2 de abril de 2008, 00:00

Na segunda sessão do julgamento referente ao processo que abriu contra João Murillo, por crime contra a integridade física simples, coacção e danos materiais, Ana Ribeiro foi a presença mais notada no Tribunal Criminal de Lisboa. A jornalista da RTP chegou com o namorado, José Alberto Rodrigues, dirigindo-se de imediato para a sala de espera, onde ficou o mais afastada possível do pintor, que estava acompanhado pela mulher, Raquel Prates, pelo advogado, Luís Filipe Salabert, e pelos pais, Rui Lopes Gomes e Maria Fernandes. Pela primeira vez, a jornalista e o ex-namorado estiveram juntos na mesma sala depois do alegado episódio de violência de que Ana Ribeiro diz ter sido vítima no dia 2 de Março de 2002. O testemunho da jornalista confirmou o já lido pela acusação na primeira sessão. Contudo, novas informações foram dadas pela queixosa, que revelou ter sofrido, na mesma altura, de um tumor na tiróide. Ana Ribeiro disse ainda que, apesar de a relação, que começara em finais de Julho de 2000, ter terminado sensivelmente um ano depois, o pintor nunca se conformou com a situação, não sendo a noite das supostas agressões a primeira vez que o arguido lhe fazia escândalos à porta. Durante o seu depoimento, Ana Ribeiro relatou pormenorizadamente as agressões de que terá sido vítima, acrescentando que chegou a cuspir um chumbo do dente devido às bofetadas, que alega terem sido mais de vinte, que terá levado ao longo deste encontro com o ex-namorado. Para além de dizer que foi esbofeteada, a queixosa afirmou ainda que o pintor a pontapeou, deixando marcas físicas bem visíveis, como nódoas negras e escoriações por todo o corpo. Os restantes depoimentos foram ainda de acusação, mas nenhuma das testemunhas presenciou o alegado acto de violência. Questionada pelo advogado do pintor sobre se já tinha considerado a hipótese de retirar a queixa mediante o pagamento de uma indemnização, a queixosa respondeu afirmativamente.

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