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Aos 74 anos, Joan Collins admite: "O Percy é o meu grande e último amor"

Casada há cinco anos com Percy Gibson, de 42 anos, a actriz é uma mulher cheia de vida e dedicada à família.

Redacção Caras
18 de fevereiro de 2008, 00:00

Esta é a primeira vez que Joan Collins abre as portas da sua mansão de St.-Tropez e deixa espreitar o seu refúgio de Verão. A actriz inglesa, que aos 74 anos continua uma mulher enérgica e muito alegre, apaixonou-se pelo Sul de França na adolescência e daí nasceu o sonho de um dia ter uma casa nesta zona. Há 18 anos, Joan Collins conseguiu realizar esse sonho e agora desfruta ao máximo da propriedade, situada entre luxuriantes árvores verdes com uma vista deslumbrante sobre o Mediterrâneo. A actriz, escritora e produtora partilha os bons momentos que ali passa com os amigos e a família, nomeadamente o marido, o produtor de teatro Percy Gibson, de 42 anos, com quem se casou a 17 de Fevereiro de 2002. Este foi o seu quinto casamento. De duas das quatro anteriores uniões Collins teve três filhos: Tara e Sacha Newley, de 44 e 42 anos, respectivamente, e Katyana Kass, de 35. Collins é uma mãe e avó babada. Ava Grace, de três anos, filha de Sacha, e Miel Celeste, de nove anos, e Weston Faulkner, de quatro, filhos de Tara, são os seus tesouros. Foi com os dois mais velhos que a actriz e o marido se deixaram fotografar. Apesar de ter uma carreira longa e versátil, foi como Alexis Carrington, na série Dinastia, que Collins se transformou na maior estrela televisiva dos anos 80, ganhando vários prémios e tornando-se a actriz mais bem paga em televisão daquela época. Aos 50 anos, Collins tornou-se também uma das maiores sex symbols da altura. Agora, vem provar que continua em forma e cheia de vontade de viver e trabalhar. - Quais são os encantos desta casa? Joan Collins - Este lugar é mágico, incrivelmente pacífico e muito bonito. Aqui consigo alhear-me de tudo. Adoro a minha casa, as colinas, as árvores... E tem uma luz que não há em mais nenhuma parte do mundo. - Sendo inglesa, porquê o Sul de França? - Sou uma rapariga muito tropical, preciso de calor. E como vivi muito tempo em Los Angeles, acabei por me habituar. Depois de viver em Inglaterra, com os Invernos frios e desagradáveis, achei que ia gostar de ter uma casa aqui. E faço questão de vir cá todos os Verões. - Depois de quatro divórcios, voltou a apostar no casamento. Era importante para si e para o Percy casarem-se? - Já tínhamos falado em casamento, mas foi o que aconteceu no 11 de Setembro que nos fez decidir. Amamo-nos e queríamos comprometermo-nos um com o outro. Porque, para mim, o casamento tem significado. Sei que me casei quatro vezes antes, mas agora sinto que encontrei o meu parceiro para a vida, a minha verdadeira alma gémea. Este é o meu maior e último amor. O mais definitivo.

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