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Decoração: Alma rústica

Na vila da Azóia, em Sintra, um projeto de reconstrução com a assinatura de Pedro Quintela, do ateliê O Espírito do Lugar.

CARAS Decoração
22 de maio de 2015, 14:00

No topo de uma pequena rua, na histórica vila da Azóia, entre a serra e a vila de Sintra e as imponentes falésias, onde se ergue o farol do Cabo da Roca, há uma casa rústica, totalmente reconstruída, outrora uma velha muralha de pedras abandonadas. "Embora a intervenção tenha sido inspirada em reminiscências do pré-existente, nenhuma das paredes prevaleceu. Foram desmanteladas e sinalizadas as suas localizações originais para servirem de guias às novas paredes. Estas foram erguidas em tijolo, não só devido às suas características isoladoras, mas também pela menor espessura, ganhando-se uma área interior significativamente maior", revela Pedro Quintela, do ateliê O Espírito do Lugar, arquiteto responsável pelo projeto e processo de reconstrução.
A obra decorreu ao longo de dois anos, arrancando com uma equipa de cinco profissionais. "Devido às severas características climáticas do lugar e à proximidade das habitações circundantes, optou-se por 'abrir a casa' para poente", conta o arquiteto, explicando a decisão: "Além de lhe conferir alguma proteção ao desagradável vento e às chuvas de norte, contribuiu para a sua privacidade relativamente às casas vizinhas e possibilitou uma vista privilegiada sobre a pitoresca rua e o Oceano Atlântico, como fundo, até à linha de horizonte, onde se pode contemplar o pôr-do-sol."

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