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Decoração: Casa ecológica

Faça da sustentabilidade uma realidade. Parece difícil, mas não é. Ações concretas, boas práticas e uma construção amiga do ambiente permitem viver em equilíbrio com o planeta e preservar os recursos naturais.

Redação CARAS
23 de outubro de 2013, 13:00

Obra sustentável

Primeiro passo. Reconhecer a casa ecológica como meio para contribuir para
a preservação do ambiente.
Problemas ambientais. Desmatação, falta de água e uso excessivo dos recursos naturais.
Utilizar os recursos disponíveis, com consciência de que os mesmos podem ser reutilizados e, com esse gesto, a natureza é preservada.
Objetivo. Consumir o mínimo possível de energia e água. Ter em conta a orientação
da construção, do terreno
e da envolvente.
Fachada voltada a sul. Permite maior luminosidade e proporciona um acréscimo de conforto térmico, tanto no inverno, quando o calor do sol é bem-vindo, como no verão, quando os ganhos solares não são desejados nem necessários.

Custo benefício

Construção. A casa ecológica pode ter um custo maior, mas o retorno financeiro virá ao longo dos anos. O material utilizado tem um custo mais elevado em relação ao usado em construções comuns, porém garante um custo benefício maior, além da diminuição dos danos ao meio ambiente.
Sistema de aquecimento solar. A sua correta instalação garante o retorno do dinheiro investido em aproximadamente um ano, já que a energia gerada para o aquecimento da água é gratuita e limpa. Em geral, o investimento é recuperado em apenas 5 anos, sendo a vida útil do equipamento estimada de aproximadamente 25 anos. Mais, a manutenção é muito simples e praticamente inexistente.

Estrutura

Telhado verde. Consiste, basicamente, num jardim plantado sobre o telhado (plantas que não possuam raízes profundas sobre uma camada impermeável). Devido à humidade da terra, o telhado verde melhora o clima da casa, tornando-o mais fresco.
Tijolo ecológico. Produzido a partir do solo e de cimento, não precisa ir ao forno
(seca ao sol), logo não causa qualquer tipo de agressão ao meio ambiente. Economiza-se cerca de 40% em relação à alvenaria convencional.

Naturalmente

Horta em casa. Ecologicamente correta, deve ser colocada num lugar que apanhe sol, pelo menos, duas horas por dia. Se optar por uma horta no quintal, a dica é colocar o canteiro na direção norte/sul para aproveitar melhor a luz do sol. A iluminação é necessária, pois estimula a fotossíntese da planta. Esta pode ser de qualquer tamanho e, ainda, colocada em vasos, floreiras ou canteiros. A escolha das plantas que irá cultivar deve respeitar o espaço existente, a temperatura do local e a disponibilidade de tempo para regar e adubar a horta. Que tal começar pelas ervas aromáticas? Salsa, cebolinho e manjericão são bastante simples de serem cuidadas e precisam de pouco espaço para crescerem.
Jardins verticais. Podem ser usados tanto nas paredes externas como
nas internas. Dentro ou fora de casa. Na parte externa, reduzem a emissão de carbono do ar e, na parte interna, proporcionam conforto térmico e acústico. Além disso, servem como elementos decorativos. Os painéis, sistemas e soluções verticais, disponíveis no mercado, são a escolha certa para pequenos espaços, deixando a sua casa mais verde (Minigarden, ambiente com propostas, da Ikea, e horto urbano em estrutura de alumínio, da Dremel).

Reaproveitamento

Reciclagem. É também sinónimo de reaproveitamento, significa a transformação de materiais usados em produtos novos. Muitos materiais têm um reaproveitamento de 100% e estes não estão reservados aos produtos industrializados do meio urbano. Nas zonas rurais, o lixo orgânico é usado na fabricação de adubo orgânico, que pode ser utilizado na agricultura e também na própria horta.
Água da chuva. Pode muito bem ser utilizada em descargas sanitárias, rega de plantas, limpeza de superfícies, entre outros, economizando a água tratada, que poderá ser usada apenas para fins mais nobres.
Energia eólica. Os geradores eólicos (ou aerogeradores e turbinas eólicas) são capazes de produzir continuamente até quatro vezes mais energia que os painéis solares fotovoltaicos. Quando previsto, utilizam baterias para armazenamento de energia, dimensionadas para suprir até três dias e noites em que o vento não seja suficiente para o consumo da construção, possibilitando assim autonomia do sistema.

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