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Frente às casas, um espaço de sombra, com telhado coberto a madeira e palha e muros de pedra cobertos a cal.

Frente às casas, um espaço de sombra, com telhado coberto a madeira e palha e muros de pedra cobertos a cal.

CARAS Decoração: Hotel

A pensar no período de miniférias que se aproxima, conheça na ilha da Boavista, Cabo Verde, uma velha aldeia de pescadores que deu lugar a um refúgio de características ímpares, onde nem só as dunas correm em direção ao mar.

Patrícia Rocha
3 de março de 2011, 18:28

Ideal para fugir, refugiar-se ou isolar-se do mundo. O Spingue­ra é composto por dez casas, em pedra, com portadas coloridas, e oferece 12 quartos, distribuídos nas costas de uma colina, na Espingueira, uma velha aldeia de pescadores, encontrada em ruínas e habilmente recuperada, na ilha da Boavista, em Cabo Verde. Aqui, não há televisão, nem rede GSM, nem Internet, nem ar condicionado... Há riqueza local e autenticidade.

Frente às casas, com piso em cimento polido e madeira embutida, telhados cobertos a madeira e palha e muros de pedra cobertos a cal, as chaises-longues e espreguiçadeiras são um convite à san­ta preguiça. Num alpendre, embalado por voiles, pode-se almoçar ou jantar. As refeições (incluindo o pequeno-almoço, servido até às 10h) podem ainda ser feitas na sala do restaurante/bar CáCabra, na varanda aberta com vista para o mar ou no pátio com vista para as ruínas da antiga vila de pescadores.

Natureza e descanso, simplicidade e conforto. Palavras-chave do Spinguera, projeto sonhado e concretizado pelos italianos Armando e Larissa Lazzari. Os preços, que variam entre os 120 e os 360 euros, incluem pensão completa e transporte para o aeroporto.

Fotografia: Hugo Campos

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