Sabrina Sato na Ilha da CARAS

A apresentadora brasileira falou da sua estreia a solo, marcada para o mês de março, e do namorado, João Vicente de Castro.

CARAS Brasil
22 Janeiro 2014, 15:48

É provável que até o final de março, Sabrina Sato, de 32 anos, não consiga relaxar ou dormir tranquilamente. Mas o motivo é um dos melhores que a carismática apresentadora poderia desejar: o seu tão sonhado programa solo, na Record, ao qual se tem vindo a dedicar, depois de ter feito parte, durante dez anos, da equipa de apresentadores do programa de humor Pânico. “Estou muito agitada.  Enquanto não estrear, acho difícil não ficar ansiosa. Mas esta tudo planeado para dar certo. Ter o meu programa é a realização de um sonho”, explica ela, no seu último fim de semana de férias na Ilha da CARAS, em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro.
Sabrina ainda não tem muitos detalhes do programa, que deve estrear no final de março, ainda sem data e horários definidos. Mas está a tratar de tudo pessoalmente, da criação ao formato. O que ela adianta é que será um programa com público e, se possível, ao vivo. “Vai ser tudo surpresa. A emissora deu bastante liberdade para que eu e a equipa possamos criar. Gosto de plateia, de ter o contacto com as pessoas. Isso é um termómetro e quero que seja como se fosse a extensão da minha casa”, diz a jovem estrela.
E 2014 promete mesmo ser o ano dela. Realizada no âmbito profissional e uma das personalidades mais queridas do carnaval — madrinha de bateria da escola de samba Gaviões da Fiel, em São Paulo, e rainha de bateria da Unidos de Vila Isabel, no Rio —, além de já ter arriscado alguns passos na interpretação, como no filme O Concurso, de 2013, e Aprendiz de Samurai, com estreia prevista para abril deste ano, ela não poderia estar mais feliz no amor. Namora há oito meses com o publicitário e integrante do programa de humor Porta dos Fundos, João Vicente de Castro, de 30 anos, Sabrina afirma que ele é o homem da sua vida. E confessa que é o primeiro com quem realmente faz planos para ter filhos e uma família. “ O João é muito romântico, generoso, cavalheiro”, afirma, apaixonada. Recentemente, o casal viajou junto pela primeira vez e passou 12 dias entre Paris e Amsterdão. De lá, Sabrina voltou com um presente dado pelo amado: dois anéis, de ouro branco com brilhantes. “Não é uma aliança, gente! Foi só um presente, não casei e não fiquei noiva. Foi algo dado de coração, o que é mais importante”, adianta ela, bem- humorada. Humor, aliás, que é uma de suas características mais marcantes e que deve permanecer no seu próximo trabalho.
– Como está a expectativa para a estreia? Ansiosa?
– Estou com frio na barriga, mas com muita coragem. Foram dez anos de Pânico, acho que a oportunidade apareceu no melhor momento. Sinto-me muito amparada  e amada pelas pessoas. É difícil sair da zona de conforto, mas eu precisava disso.
– Como define esta fase da sua vida?
– Tornei-me uma mulher e não podia continuar a negar isso. Já não sou aquela menina que todos viram crescer na televisão, eu amadureci muito. Então, acho que tudo aconteceu no momento certo. As pessoas vão notar a diferença.
– Aos 32 anos, sente-se ainda mais bonita?
– Gosto de todas as épocas. Sou muito grata a todos os momentos da minha vida e às pessoas que fizeram parte dela. Desde a época em que participei no Big Brother Brasil 3, na Globo, em 2003, passando pela fase em que fui dançarina do programa do Faustão, entre 1999 e 2001, quando comecei a fazer ensaios, fotos para revistas. Sempre me senti muito bem e nunca tive inseguranças. E hoje estou ótima!
– Que cuidados tem?
– Sou muito tranquila. E mais vaidosa para me arranjar do que usar mil cremes. Mas também tenho meus momentos para relaxar. Como trabalho muito, tenho de estar sempre com o cabelo arranjado, maquilhada e produzida. Então, nas horas vagas, dou uma ‘respirada’
– Você mora em São Paulo, e o João, no Rio. Como gerem a relação à distância?
– O João ama São Paulo e vem todas as semanas. Eu ia muito mais ao Rio quando estava solteira do que agora. Tenho ido uma vez por mês, porque tenho um apartamento na cidade. Então, não é um problema. Acho que o vejo mais que se namorasse alguém de São Paulo mesmo.
– O que mais a encanta na personalidade do João?
– Ele é um homem muito cavalheiro e super romântico. Tem uma generosidade incrível. Mas gosta mais de ‘discutir’ a relação que eu. Eu tenho preguiça de falar nessas coisas! (risos)
– Ele é ciumento?
– Ele é, mas tenta disfarçar, porque sabe que eu não gosto. (risos)
– O que vocês mais gostam de fazer juntos?
– Gostamos de ver filmes e séries de TV, de beber um copo de vinho, convidar os amigos para sair ou então sair para jantar.
– Foi o encontro da sua vida?
– Eu acho que sim, foi o encontro mais inesperado. Já éramos amigos, há uns oito anos, e às vezes ele ligava-me, chamava-me para sair, e eu nada. De repente encontrámo-nos dentro de um avião e ele estava sentado no meu lugar! Começámos a conversar, a encontrar-nos e a namorar. E nunca mais nos largámos.
– A vontade de casar e formar uma família é agora maior?
– Sou uma pessoa que não consegue fazer várias coisas ao mesmo tempo. Agora estou focada no meu programa e em cuidar do meu sobrinho, Felipe, filho da minha irmã, Karina, que acabou de nascer. Estou apaixonada por ele e sou uma tia muito protetora. Mas gosto muito de ouvir as histórias de amigas que já são mães. Acho que a mulher se realiza e se sente completa no momento em que se torna mãe. Há dez anos, imaginava que teria uns dez filhos. Agora foi diminuindo... Mas ainda penso em ter uns três ou quatro.
– Como estão os preparativos para o carnaval?
– Acabo por me preparar nos ensaios, onde mais queimo calorias. Mas também faço aulas de muay thai três vezes por semana, ginástica localizada e sessões de musculação. Mas isso é quando tenho tempo.
– Como é a sua alimentação?
– Nunca fui ‘esquisita’ para comer. Sou boa de garfo, até para além da conta. Gosto de feijoada, de churrasco, de comida tailandesa. Nada de comida light para mim.
– Você é praticamente uma unanimidade: não há quem não goste da Sabrina Sato. Qual é o seu segredo?
– Não sei. (risos) Acho que é porque em tudo o que faço, me coloco no lugar das outras pessoas. E sinto que elas têm esse carinho porque conseguem ver isso. Por isso, estou a sentir-me tão amada e querida, com as pessoas ao meu lado, para começar a viver essa nova etapa.
– Imaginava chegar tão longe?
– Luto por isso desde criança. Estudei e trabalhei para isso, mas não esperava que acontecesse desta forma. Às vezes, olho para trás e penso: ‘Caramba, que loucura, eu morava em Penápolis, no interior de São Paulo, tinha esse sonho, e olha onde estou.’ A minha mãe, Kika, levava-me a programas de rádio, ou a programas de televisão na capital... Isso tudo era muito distante. E ela preparava-me para as dificuldades. Ela dizia-me que era um meio muito competitivo. Nunca conheci ninguém, nunca tive um padrinho artístico. A minha família sempre me apoiou e, por isso, estamos sempre juntos. Eles são a minha base.
 

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